Fotos Cantata Páscoa


Igreja de Nova Vida do Riachuelo

Cantata de Páscoa - Cordeiro de Deus

27 de março de 2016

 

 

No mês primeiro, aos catorze do mês, no crepúsculo da tarde,

é a Páscoa do SENHOR”. (Levítico 23.5)

 

    A primeira festa, a Páscoa, “pessach” no hebraico, que significa “passarei” cumpriu-se de maneira maravilhosa em Jesus Cristo.

    O calendário bíblico começa com o mês primaveril de Nissan, ou Abib, que em nosso calendário corresponde aos meados de março e abril. No dia 14 desse primeiro mês, ao entardecer, começa a páscoa judaica, quando eram mortos os cordeiros.

    No capítulo 12 de Êxodo, Deus deu instruções detalhadas através de Moisés sobre tudo o que deveria ser feito na noite em que o anjo destruidor passasse pelo Egito.

    Em primeiro lugar, Moisés ordenou que no décimo dia do primeiro mês toda família israelita deveria tomar para si um cordeiro ou um cabrito, macho de um ano, sem defeito, como relata o livro de Êxodo capítulo 12, versículos do 3 ao 6.

    Essa ordenança teve o cumprimento maravilhoso em Cristo Jesus, que se tornou o “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”, como diz a Bíblia em João 1.29.

   

    A perfeição do cordeiro pascal (Êxodo 12.5) também aponta para a vida imaculada de Jesus, que podia dizer: “Quem dentre vós me convence de pecado?” (João 8.46).

    Êxodo 12.8 nos diz que o cordeiro devia ser assado inteiro e comido com os pães asmos e ervas amargas.

    O sangue derramado representa expiação, as ervas amargas significam a amargura dos 400 anos de escravidão, os pães asmos (sem fermento) significavam pureza.

    O cordeiro assado inteiro aponta para Jesus, o Cordeiro de Deus que não teve nenhum dos seus ossos quebrados (João 19.36)

    Seis dias antes da Páscoa, Jesus chegou a Betânia, que ficava próxima a Jerusalém. E no primeiro dia da semana, Jesus entrou publicamente na cidade e no Templo acompanhado dos brados de Júbilo dos discípulos e do povo (João 12.1-13).

    Esse foi o décimo dia do primeiro mês, quando o cordeiro pascal tinha de ser separado. Jesus igualmente separou-se e recolheu-se, preparando-se para a última jornada, de sofrimento e morte, como aconteceu com o cordeiro no Egito, que antes de ser sacrificado foi separado por quatro dias (Êxodo 12.6).

Música 2 (em construção)

   

    Jesus ficou dependurado na cruz por seis horas, das nove horas da manhã às três da tarde, quando inclinou sua cabeça e expirou.

   A tradição judaica diz que às três horas da tarde os cordeiros pascais começavam a ser sacrificados, e eles somente podiam ser mortos no templo, porque o sangue devia ser colocado sobre o altar. (Deuteronômio 16.5-7).

    A exatidão do cumprimento do simbolismo em Jesus Cristo é impressionante, como se Deus quisesse mostrar ao seu povo mais uma vez com insistência: “Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”.

 

    O elemento mais importante do cordeiro pascal no Egito foi o sangue, que devia ser passado nas ombreiras e na verga das portas das casas. O sangue era o sinal para o Senhor (Êxodo 12.13).

    Para os Israelitas o sinal do sangue do cordeiro sacrificado foi a sua salvação e o sangue de Jesus tornou-se o sinal da salvação para nós que nele cremos

    Seu sangue anuncia: “Aqui já houve julgamento”. O castigo que nos traz a paz estava sobre ele, como diz Isaías 53 versículo 5.

    Os sinais que acompanharam a morte de Jesus foram visíveis para todos. Houve trevas sobre a Terra desde o meio-dia até as três horas da tarde, e então, quando Jesus expirou, tremeu a terra, fenderam-se as rochas e o véu do santuário (templo) se rasgou em duas partes, de alto a baixo (Mateus 27.45-51).

MAS AO TERCEIRO DIA JESUS RESSUSCITOU!!!